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Conhecer perfil do gestor é crucial para empreender

Acertar no ponto comercial é um dos maiores desafíos para empreendedores

São Paulo – Abrir uma empresa iniciante (startup) não é a única forma de iniciar um negócio próprio. Fazer parte de uma franquia, abrir uma consultoria ou comprar uma empresa existente também são possibilidades para começar a empreender.

De acordo com especialistas, o modelo de negócio não depende apenas do valor de investimento, mas das competências e fraquezas de cada gestor. “O empreendedor deve ter autoconhecimento para ver qual o melhor segmento de atuação para seu perfil”, explica o sócio e diretor da Kick Off, Renato Claro. E só a partir daí é possível decidir entre iniciar o negócio do zero ou fazer parte de uma franquia. “Muitas vezes iniciar com um grupo grande é uma opção para quem não possui todas as competências”, analisa Claro.

Para ele, a maior parte dos clientes que procuram franquias não possui nenhuma experiência com negócios. Outro fator que deve ser levado em consideração é a finalidade que o empreendedor tem para o negócio.

Se o que ele quer é vender a longo prazo para aposentar, a franquia é a melhor opção pela liquidez que possui. No entanto, se o investidor procura ganhar com a valorização do empreendimento, aproveitar negócios falidos ou independentes que possam ser melhorados é ideal. “A startup é um bom exemplo, porque inicia com um investimento baixo e valoriza em pouco tempo”.

Já no caso de quem procura uma empresa que gere a renda de subsistência, o modelo de negócio não interfere. A escolha depende de suas capacidades, diz. “Até a escolha do local depende do perfil. Muitos fogem do shopping, mas não têm talento com a publicidade que a loja de rua demanda.”

Talentos

A escolha dos profissionais também deve ser realizada com cuidado. “As características mais procuradas são os valores e atitudes do funcionário”, acredita o presidente da empresa de relacionamento multicanal brasileira, Proxis, Jimmy Cygler.

Segundo ele, o início de uma empresa exige a contratação de pessoas dispostas a trabalhar e ocupar qualquer função. “Às vezes um ou outro vai procurar o café ou comprar o papel que faltou”, brinca o empresário. Além disso, montar o organograma da empresa não deve ser prioridade, diz.

Para ele, primeiro se contratam os profissionais talentosos e depois se nomeia os cargos. “É como um jogo de futebol de rua. Escolhe os melhores e depois posiciona”, ressalta. Outro cuidado que o empresário cita no caso de empresas familiares é a importante distinção entre a árvore genealógica da família e a organização da empresa.

Cuidados jurídicos

Outro fator imprescindível na hora de abrir uma empresa é o cuidado com a situação jurídica. No caso dos negócios novos o maior cuidado deve estar na elaboração do contrato entre as partes (para franquias e sociedades) e o contrato social, que direciona a função de cada sócio e o objeto social da empresa, além de cláusulas de falecimento e regulamentação com os órgãos públicos.

“No caso das franquias os contratos são padrões, mas é necessário chamar um especialista para ter certeza que não seja abusivo”, diz o sócio e diretor da A. Oliveira Advogados Associados e Escrital Contabilidade, Alberto Oliveira. Realizados os contratos, a questão fiscal-tributária deve ser planejada de forma minuciosa. “Este é ponto mais frágil das empresas. Sobretudo, de micro, pequenas e médias que costumam não ter planejamento”, explica Oliveira.

Já na compra de empresas existentes, o especialista avisa que o cuidado deve ser muito maior. Antes de realizar a compra é necessário um processo de análise do setor jurídico, fiscal e contábil da empresa. “Se o empresário não tiver cuidado pode estar comprando um grande problema”, avisa.

Segundo ele, um erro clássico são as pessoas que compram empresas sem saber de ações trabalhistas, dívida com fornecedores e outros. Outra dica que serve para todos os casos é a distinção da pessoa jurídica e da física. “Nunca deve existir fluxo de caixa entre as partes”, afirma.

Após a abertura da empresa, o maior cuidado deve ser o pagamento de impostos. “O preço de sonegar é caro. E não deve ser misturado com o fluxo de caixa”, conclui.

Vivian Ito

Fonte: www.dci.com.br

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