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Tecnologia ajuda serviços de contact center

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Proxis tecnologia ajuda serviços de Contact CenterDiário Comércio Indústria & Serviços
Sábado, domingo e segunda-feira 27, 28 e 29 de setembro de 2014

Negócios Serviços

Tecnologia ajuda serviços de contact center

Empresas como Aspect e G4 indicam que tecnologia consegue ajudar os contact centers de porte médio, mas players como a Proxys, afirmam que assertividade também é reflexo de qualificação

Telecomunicações
Amauri Vargas
São Paulo

A união de mão de obra qualificada e inovação pode elevar o faturamento dos contact centers. É o que indicam empresas que fornecem softwares para o setor. Algumas delas apontam como a tecnologia permite avançar na assertividade desse tipo de serviço.

Fornecedora de soluções para auxiliar o atendimento em múltiplos canais, a G4 criou uma ferramenta para ser usada em aplicativos para celular. O produto é capaz de minimizar erros do serviço de atendimento para os clientes finais de empresas.

Batizado de Contact Studio Mobile, a ferramenta disponibiliza uma solução customizável para o uso de qualquer segmento, garante o coordenador de marketing e comunicação da empresa, Alexandre Gomes.

O executivo define a ferramenta como um sistema de comunicação móvel capaz de permitir o desenvolvimento de um canal de atendimento paralelo ao atendente do call center. O sistema promete diminui as chances de erro, ao respaldar as necessidades dos usuários atendidos on-line.

Proxis

Indústria de cobranças

A norte-americana Aspect, especializada em softwares para companhias que realizam cobranças do setor financeiro via call center, diz que graças à assertividade de sua solução, projeta crescer 10% em 2014, além de dobrar de tamanho até 2020. A solução, nesse caso, apura dados como a melhor hora de ligar ou a situação de inadimplência do cliente, com informações que constam em um sistema com o perfil completo do usuário.

O vice-presidente da empresa no Brasil, Laurent Delache, ressalta que o levantamento do perfil serve também para a prospecção de novos clientes, como a rede Casas Bahia, por exemplo, para quem a Aspect presta serviços. “Ninguém quer ir até a loja para comprar. Nós apostamos que as lojas se tornem no futuro apenas um showroom, para decidir por compras feitas pelos canais que nós provemos”.

Multicanal

Na outra ponta do mercado de teleatendimento, companhias como a Proxys, com base em São Paulo, apontam que inovação não funciona sem qualificação de pessoal. Para o presidente e principal acionista da empresa, Jimmy Cygler, não há quem sobreviva no setor de atendimento, sem altos investimentos em áreas importantes como a de tecnologia.

A companhia, que faturou R$ 21 milhões em 2013, estima chegar aos R$ 23 milhões este ano. Com isso, a previsão é alcançar uma alta de 10%. “Mas ainda somos um grão de areia no mercado”, disse ele, em relação à escala de tamanho e número de funcionários das grandes concorrentes.

Seleção rigorosa

Entre os clientes atendidos pela Proxys, estão o conglomerado farmacêutico Astrazeneca e a norte-americana Harley-Da-vidson. Segundo Cygler, a preparação dos funcionários para prestar serviço à fabricante de motos é bastante criteriosa.

De cada 10 candidatos que ingressam em uma seleção da Proxys, 8 não passam na primeira prova. No caso específico da Harley, os empregados são enviados à sede da indústria, em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin, para “aderir à cultura dos usuários”.

 

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